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A guerra do Vietnã havia acabado fazia pouco tempo...
Deixou uma soma de soldados mutilados e grande quantidade de guerreiros mortos.
Dentre os sobreviventes, um soldado estava finalmente voltando para casa.
Antes de embarcar para a cidade onde morava, resolveu telefonar para os pais e contar a notícia.

-Mãe, pai, eu estou voltando para casa e gostaria de lhes pedir um grande favor. É que tenho 
um amigo, também sobrevivente da guerra, que pretendo levar comigo.

-Claro, responderam os pais solícitos. Nós adoraríamos conhecê-lo!

-Todavia, diz o filho, há algo que vocês precisam saber: ele foi terrivelmente ferido durante a 
batalha, pisou em uma mina e perdeu um braço e uma perna. E como não tem nenhum lugar 
para onde ir quero que ele vá morar conosco.

            *Depois de um breve momento de silêncio do outro lado da linha, a resposta veio*:

-Sentimos muito, filho. Nós talvez possamos ajudá-lo a encontrar um lugar para morar, mas 
infelizmente não podemos trazê-lo para nosso lar.

- Não, mamãe e papai, eu quero que ele more conosco, suplicou o rapaz.

-Filho, disse o pai, você não sabe o que está pedindo. Alguém com tanta dificuldade seria um 
grande fardo para nós. Nós temos nossas próprias vidas e não podemos deixar que uma coisa 
como essa interfira em nosso modo de viver. Acho que você deveria voltar para casa e esquecer 
o rapaz. Ele encontrará uma maneira de viver por si mesmo.

           *Naquele momento, o filho desligou o telefone. Os pais não ouviram mais nenhuma palavra dele...*

Alguns dias depois, receberam um telefonema da polícia com a triste notícia...
O filho deles havia caído de um prédio. A polícia acreditava em suicídio.
Os pais, angustiados, tomaram o avião e foram ver o que acontecera com seu filho querido.
Levados para identificar o corpo descobriram, para seu horror, que o soldado mutilado era seu próprio filho.
Ambos sentiram, naquele momento, como se uma navalha lhes dilacerasse o coração. Perceberam que, ao 
negar ajuda a um rapaz desconhecido, desprezaram o próprio filho, que desejava saber como seria tratado 
ao voltar para casa com as mutilações da guerra.

*   *   *

Fazer o bem sem olhar a quem: eis a chave segura para quem deseja colaborar com Deus em todas as 
circunstâncias. Considerando que todos somos filhos do mesmo Pai, irmãos, portanto, devemos ajudar sem 
condições. Considerando, ainda, que voltamos ao corpo físico diversas vezes em corpos diferentes, pela Lei 
de reencarnação, ao negar amparo a alguém que nos é estranho na presente existência, podemos estar 
desprezando um familiar querido de outras épocas.
Assim, vale a pena ajudar sempre na medida das nossas possibilidades, sem impor condições, conforme 
ensinou Jesus.

*   *   *

O amor desinteressado, nas suas manifestações fraternas, converte os braços em asas da caridade para o voo aos cimos da vida.

Redação do Momento Espírita
Em 13.09.2010.

FAZER O BEM SEM OLHAR A QUEM


[postlink]http://mocidadememb.blogspot.com/2011/07/projeto-de-lei-que-obriga-politicos.html[/postlink]
Imagine se todos os políticos eleitos tivessem que colocar seus filhos na escola pública? Parece um sonho utópico, mas não para o senador Cristovam Buarque (PDT-DF), que transformou a ideia no Projeto de Lei n°. 480 - obrigaria os filhos de todos os agentes públicos eleitos a serem matriculados em escolas públicas. Até há pouco tempo, o assunto parecia engavetado, mas a comoção pública na internet voltou a dar força para a idéia.
O projeto, protocolado em 2007, atualmente se encontra na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania. Graças a uma movimentação online o projeto veio à tona novamente. Pessoas influentes no Twitter como o apresentador Marcelo Tas divulgaram a proposta e uma petição pública na web com mais de 55 mil assinaturas engrossou o coro.
Segundo o senador, seu principal objetivo é fazer com que os políticos enxerguem a questão da educação por outro ângulo: o de dentro de casa. A lei obrigaria todo político eleito a colocar seus filhos em escolas públicas e isso incentivaria a melhorar a qualidade de ensino no país. "Não há dúvida que na hora que isso acontecer, a escola pública melhora", disse o senador. Cristovam defende que o objetivo principal da lei é impor decoro aos parlamentares, somos responsáveis pelo serviço público. "Então como vamos usar os serviços privados?", questiona.
De acordo com o senador, poucos parlamentares já entraram em uma escola pública, sendo que dos que entraram quase nenhum foi como estudante. "A partir do momento que eles tiverem um filho lá, vão começar a se informar da tragédia que é o ensino público e querer melhorá-lo".
Obrigatoriedades a parte
No entanto, apesar da lei soar como uma boa solução para a sociedade, não foi bem aceita pelos parlamentares. Uma das críticas é em relação a questão da obrigatoriedade, que poderia ferir o direito ao livre arbítrio. No entanto, o senador rebate: "Você é livre também para ser ou não parlamentar. Mas no momento que você assume esse compromisso também tem que cumprir algumas obrigatoriedades. Essa seria só mais uma delas".
Outra questão levantada pelos que não dão crédito à lei seria o fato de que os filhos dos parlamentarem iriam ocupar vagas de alunos que realmente precisam desse serviço público. Cristovam defende que o governo tem o dever de oferecer vagas a todos os brasileiros, filhos de parlamentares ou não. "No Brasil são 50 mil parlamentares, se cada um deles tiver um filho chegaria a 50 mil vagas. O Brasil tem 52 milhões de alunos estudando e temos que dar vagas para todo mundo que quiser", afirma o político.
Ao perguntar ao senador o que ele faria se tivesse um filho em idade escolar, ele respondeu que se não fosse obrigado, não colocaria o filho na escola pública que temos atualmente. "Preferia renunciar o mandato", conclui Cristovam. Enquanto seus colegas de Planalto o acusam de demagogia, ele lembra que seu pai não era deputado e que não conseguiu vaga na escola pública, então acabou estudando em um colégio de padres. "As escolas públicas eram boas, mas eram poucas", diz Cristovam.
Pressão popular
O senador sabe das dificuldades de aprovar um projeto desse tipo e acredita que a melhor solução seria a pressão popular, seja fazendo uma audiência pública ou participando da mobilização online assinando a petição pública. Se depender dos parlamentares, vai demorar para sentirem na pele como é a educação pública no país.
Fonte: MTV
Chupa Essa Manga!!!!!!!Vamos Lá pessoal, tragam sua Opinião!


Projeto de Lei que Obriga Políticos Brasileiros a Colocarem seus filhos em Escolas Públicas!


[postlink]http://mocidadememb.blogspot.com/2011/07/vamos-cuidar-do-que-e-nosso.html[/postlink]Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos,o ex-governador
do DF, ex-ministro da educação e atual senador CRISTÓVAM BUARQUE, foi
questionado
sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia.

O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a
resposta de um Humanista e não de um brasileiro.

Esta foi a resposta do Sr.Cristóvam Buarque:

"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a
internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não
tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.

"Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a
Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de
tudo o mais que tem importância para a humanidade.

"Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada,
internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro.O
petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a
Amazônia
para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no
direito de aumentar ou
diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço."

"Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser
internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres
humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um
país.
Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas
decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que
as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia
da especulação.

"Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de
todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à
França.
Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo
gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o
patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto
de um proprietário
ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês,decidiu enterrar
com ele, um quadro de
um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido
internacionalizado.

"Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do
Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em
comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu
acho que Nova York,
como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos
Manhattan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris,
Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade,
com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao
mundo inteiro.

"Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas
mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares
dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas
armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as
lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.

"Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo
em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que
cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola.
Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não
importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados
do mundo inteiro.

"Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo.
Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia
seja nossa. Só nossa!

Vamos cuidar do que é nosso?


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Primeira Memórias


[postlink]http://mocidadememb.blogspot.com/2011/07/qual-foi-o-estudo-dessa-semana.html[/postlink]Pessoal, usem este espaço para informar e manter-se informado, sobre os estudos da semana na reunião da mocidade de domingo!

Qual Foi o Estudo dessa semana?


[postlink]http://mocidadememb.blogspot.com/2011/07/sera-que-nosso-planeta-realmente-passa.html[/postlink]
Muito se fala a respeito da condição atual do Planeta Terra, há relatos que mostram que a Terra passa por um momento delicado, onde deve deixar de ser um Planeta de Expiações e Provas para se Tornar um Mundo de Regeneração.
Mas esse processo é para um futuro distante, ou estamos em meio a esse processo?Quais são sinais que nos levam a crer que tal transição está iniciada?Tal processo modificará fisicamente o Planeta?As recentes catástrofes podem estar relacionadas a isso?E nós, os atuais habitantes da Terra, o que será de nós?

SERÁ QUE NOSSO PLANETA REALMENTE PASSA POR MOMENTO DE TRANSIÇÃO?


[postlink]http://mocidadememb.blogspot.com/2011/07/combate-ao-preconceito-luta-tambem-e.html[/postlink]Neste espaço aqui, vamos discutir sobre Preconceito em sua amplitude. Preconceito social, racial, sexual, e por ai vai. Qual a postura que nós espíritas e principalmente seres humanos devemos assumir diante essas qustões???

COMBATE AO PRECONCEITO, A LUTA TAMBÉM É NOSSA!


[postlink]http://mocidadememb.blogspot.com/2011/07/ola-amigos-aproveitem-esse-espaco-para.html[/postlink]

Olá amigos, aproveitem esse espaço, para postar recados diversos

 

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