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Inicialmente, lembramos que anencéfalo, embora seja considerado sem cérebro, na realidade é portador de um segmento cerebral estando faltante regiões do cérebro que impossibilitarão sua sobrevivência pós parto.

A
 fim de colocarmos a visão espírita sobre este importante problema exemplificaremos com um caso real. Usaremos nomes fictícios. João e Maria, eram casados há 2 anos. A felicidade havia batido à sua porta. Maria estava grávida. Exultantes procuraram o médico Obstetra para as orientações iniciais. Planos mil ambos estabeleceram. Ao longo dos meses, no entanto, foram surpreendidos , através do estudo ultrassonográfico, da triste notícia de que seu bebê era anencéfalo. Ao serem informados caíram em prantos ao ouvirem a proposta do obstetra lhes oferecendo o abortamento. Posicionaram-se contrários explicando sua visão espírita.

-- Trata-se de um ser humano que renasce precisando de muito amor e amparo. Nós estaremos com nosso filho (a) até quando nos for permitido.

-- Mas, esta criatura não vai viver além de alguns dias ou semanas na incubadora disse o obstetra.

-- Estamos cientes, mas até lá seremos seus pais.

Guardavam, também, secretamente, a esperança de que houvesse algum equívoco de diagnóstico que lhes proporcionasse um filho saudável.

Durante nove meses dialogaram com seu bebê, intra-útero. Disseram quanto o (a) amavam. Realizaram, semanalmente, a reunião do Evangelho no Lar, solicitando aos mentores a proteção e amparo ao ser que reencarnava.
      
Chegara o grande momento : Em trabalho de parto, Maria adentra a maternidade com um misto de esperança e angústia. A criança nasce; o pai ao ver o filho sofre profundo impacto emocional tendo uma crise de lipotímia. O bebê anencéfalo sobrevive na incubadora com oxigênio, 84 horas. Há um triste retorno ao lar.
Passam-se aproximadamente 2 anos do pranteado evento. João e Maria, trabalhadores do instituto de cultura espírita de sua cidade frequentavam na mencionada instituição, reunião mediúnica quando uma medium em desdobramento consciente informa ao coordenador do grupo:

-- Há um espírito de uma criança que deseja se comunicar.

-- Que os mediuns facilitem o transe psicofônico para a atendermos-responde o dirigente.

Após alguns segundos, uma experiente medium dá a comunicação :

-- Boa noite, meu nome é Shirley venho abraçar papai e mamãe.

-- Quem é seu papai e sua mamãe ?

-- São aqueles dois - disse apontando Joào e Maria.

-- Seja bem vinda Shirley, muita paz! que tens a dizer ?

-- Quero agradecer a papai e mamãe todo o amor que me dedicaram durante a gravidez, sim, eu era aquele anencéfalo.

-- Mas voce está linda agora.

-- Graças as energias de amor recebidas, graças ao Evangelho no Lar, que banharam meu corpo espiritual durante todo aquele tempo.

-- Como se operou esta mudança ?

-- Tive permissão para esta mensagem pelo alcance que a mesma poderá ter a outras pessoas. Eu possuia meu corpo espiritual muito doente, deformado pelo meu passado cheio de equívocos. Fui durante nove meses envolvida em luz . Uma verdadeira cromoterapia mental que gradativamente passou a modificar meu corpo astral (perispírito). Os diálogos que meus pais tiveram comigo foram uma intensa educação pré-natal que muito contribuiram para meu tratamento. Eu expiei, no verdadeiro sentido da palavra. Expiar é como expirar, colocar para fora o que nào é bom . Eu drenei as minhas deformidades perispirituais para meu corpo físico e fui me libertando das minhas deformidades. Como meus pais foram generosos. Meu amor por eles será eterno.

-- Por que estás na forma de uma criança, já que te expressas tào inteligentemente ?

-- Por que estou em preparo para o retorno. Dizem meus instrutores que tenho permissão para informar. Meus pais tem o merecimento de saber. Devo renascer como filha deles, normal, talvez no próximo ano.

Após dois anos renasceu Shirley, que hoje é uma linda menina de olhos verdes e cabelos castanhos, espírito suave e encantador.

Ricardo Di Bernardi - Médico espírita

PSICOFONIA DE UM ANENCÉFALO


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Para se lançar nas atividades do bem, não aguarde o companheiro perfeito.
A perfeição não costuma se fazer presente na rota dos seres em evolução.
Você esperava ansiosamente a criatura irmã para formar o lar mais ditoso.
Entretanto, o matrimônio lhe trouxe alguém a reclamar sacrifício e ternura.
Contava com seu filho para ser um amigo próximo e fiel, a compartilhar seus sonhos e ideais.
Contudo, ele alcançou a mocidade e fez-se homem sem se interessar por seus projetos.
Você se amparava no companheiro de ideal, que lhe parecia digno e dedicado.
Mas, de um momento para o outro, a amizade pura degenerou em discórdia e indiferença.
Mantinha fé no orientador que parecia venerável, em suas palavras sábias e em seus atos convincentes.
No entanto, um dia ele caiu de modo formidável, arrastado por tentações de que não se preveniu a contento.
É compreensível e humana a dor de ver ruírem esperanças e relações.
Contudo, embora mais solitário, continue firme no trabalho edificante que lhe constitui o ideal.
Cada homem carrega consigo seus potenciais e dificuldades.
A queda e a deserção de um não justificam as de outro.
Sempre é possível mirar-se em quem cai e passa a rastejar.
Entretanto, convém antes pensar nos que seguem adiante, altivos e valorosos.
De um modo ou de outro, cada homem responde pelas consequências que gera.
Na hora de enfrentá-las, será de pouco conforto lembrar que outros também padecem pela adoção de semelhante conduta.
É normal desejar companheiros de ideais e afeições puras nas quais se fortaleça.
Mas, quase sempre, aqueles a quem você considera como os afetos mais doces possuem importantes fragilidades.
Deseja que sejam autênticos sustentáculos na luta, quando simbolizam tarefas que solicitam renúncia e amor de sua parte.
Se deseja viver no bem, não valorize o gelo da indiferença e o fel da incompreensão.
Lembre-se de que o coração mais belo que pulsou entre os homens respirava na multidão e seguia só.
Possuía legiões de Espíritos angélicos.
Mas aproveitou o concurso de amigos frágeis que O abandonaram na hora extrema.
Ajudava a todos e chorou sem ninguém.
Mas, ao carregar a cruz, no monte áspero, continuou a legar preciosas lições à Humanidade.
Ensinou que as asas da Imortalidade podem ser extraídas do fardo de aflição.
Também mostrou que, no território moral do bem, alma alguma caminha solitária.
Embora a aparente derrota no mundo, todas seguem amparadas por Deus rumo a destinos gloriosos.
Pense nisso.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. 33, do livro O
Espírito da Verdade, por Espíritos diversos, psicografia de
Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.
Em 23.02.2012.

Página do caminho


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Refletindo sobre nossos companheiros de jornada, é provável que, em alguns momentos da vida, nos deparemos com uma angustiante questão.
Olhamos para nossos pais, cônjuge, filhos ou amigos e nos perguntamos: Quando foi a última vez que recebi ou que lhes ofertei um abraço?
O toque, seja através do afago, do beijo ou do abraço expressa nossos sentimentos, enche a vida de ternura e aquece a alma de quem o oferece e de quem o recebe.
As manifestações sinceras de afeto fazem as pessoas se sentirem amadas e queridas pois demonstram o amor que as envolve.
Ter a liberdade de falar sobre os sentimentos e expressá-los, com equilíbrio e sensatez, também mantém apertados os laços que nos unem às pessoas com as quais nos relacionamos.
Ao constatarmos a distância estabelecida sutilmente entre os afetos, uma grande tristeza nos invade. É o momento em que  nos questionamos: Quando e como começou a ser estabelecida essa distância?
Como pudemos permitir que chegasse a esse ponto? Quem foram os responsáveis? E agora? Como fazer para construir novamente essa ponte de ligação com as pessoas amadas?
Olhamos para trás buscando as respostas, na tentativa de começar a construir um caminho diferente, uma nova aproximação.
Muitas vezes, essas respostas não serão facilmente encontradas pois, por mais que busquemos nos arquivos de nossa memória, será difícil identificar o registro de quando foi que tudo começou.
Essa análise do passado é importante, pois descobrindo onde erramos, podemos, a partir dessa constatação, agir de outra forma.
Verificamos então, que talvez tenhamos nos permitido adotar algumas atitudes que podem ter nos distanciado lenta e gradativamente dos seres amados.
Foi o Bom dia deixado de lado pela pressa de começar logo as atividades de mais uma jornada de trabalho; o Boa noite esquecido, vencido pelo cansaço.
Os sentimentos ocultados pela quietude diária, onde cada um se envolve apenas com suas próprias questões pessoais.
A falta de compreensão e de companheirismo, o egoísmo, as mentiras sutis, as mágoas acumuladas e os pequenos desentendimentos.
Essas atitudes são como gotas pequeninas que, com o tempo, se transformam em imensos oceanos.
E quando nos damos conta, não mais sabemos atravessar esse espaço e tocar alguém que tanto estimamos.
*   *   *
Não deixemos que isso aconteça pois transpor essa distância que construímos é uma difícil tarefa.
Não nos permitamos deixar de dar o sorriso de boas vindas, o abraço de despedida, o afago de boa noite e de bom dia. Esse esquecimento pode significar o início dessa barreira invisível que se forma entre as pessoas.
Falar sobre os sentimentos, perguntar com interesse como vai o outro, escutar, importar-se, perceber o que incomoda, vibrar com o que felicita, dividir as angústias e as alegrias, faz muita diferença.
Lembremos que todas as manifestações sinceras de carinho e amor são vibrações que envolvem o próximo, aquecem as almas, alegram e embelezam a vida.
Redação do Momento Espírita.Em 24.02.2012.

Não nos permitamos...


[postlink]http://mocidadememb.blogspot.com/2012/03/reuniao-da-memb-de-1103.html[/postlink]Neste dia o Estudo principal teve o comando da Gabi, o tema foi o item 18-Cap 8 do Evangelho S. o Espiritismo. Tivemos teatro, dinâmicas e alguns slides com trechos do evangelho!!! Foi bem divertido Parabéns Gabi!!!

Veja este videos:

Esta é a Gabi!!! 









Reunião da MEMB de 11/03


[postlink]http://mocidadememb.blogspot.com/2012/03/importancia-da-oracao-no-lar.html[/postlink]
Engana-se quem pensa que uma oração precisa seguir um padrão específico, ou seja, que a oração para um santo é mais forte que a feita para um outro, ou que aquela prece que você aprendeu quando criança agora já não é mais tão boa, pois você é um adulto.
O que determina o poder de uma oração são o grau de entrega, a fé, a devoção e a intenção que a pessoa ou as pessoas colocam no momento de realizá-la. Esse é o segredo: a intenção.
Mais uma coisa é real: a oração realmente funciona.
Quando uma pessoa faz a sua oração, com o coração cheio de entrega, fé e devoção, ela eleva a sua sintonia, estabiliza seus ciclos cerebrais e coloca seu conjunto mente-espírito em conexão direta com as forças do Grande Espírito Criador.
Ao criar essa ligação, a atmosfera espiritual do ambiente e da pessoa envolvida nele começa a ser higienizada, pois a força dos fluidos balsâmicos produzidos na prece é tão grande, que gradualmente o psiquismo do lugar naturalmente é modificado para melhor.
Desta forma, a oração é uma grandiosa ferramenta que deve ser utilizada disciplinadamente no lar, no trabalho, na vida diária, pois propicia proteção espiritual, clareza de pensamentos e melhora a imunidade em todos os níveis.
A maioria dos problemas humanos poderiam ser solucionados com a simples prática da prece, pois ela tem a capacidade de modificar completamente a vibração energética de uma pessoa, lar, objeto, automóvel, avião, ônibus, etc.
Vamos! Reze, se entregue de coração para a força sublime do Grande Espírito Criador, você não tem nada a perder!
Reze, peça ajuda, peça esclarecimento! Peça para que os seus caminhos se abram, mas faça com confiança e alegria no coração, pois a oração como dor no coração e lamentação não funciona.
O que importa não é o tipo da prece, tão pouco o ser de luz que você se sintoniza, mas a sim a força e a intenção que você consegue colocar na oração, além de que, sinceridade e honestidade são muito importantes também.
No seu lar, que deve ser o seu templo sagrado, a oração periódica pode fazer uma transformação maravilhosa em tudo, em especial se ela for realizada por mais de uma pessoa.


A IMPORTÂNCIA DA ORAÇÃO NO LAR


[postlink]http://mocidadememb.blogspot.com/2012/03/amor-que-nao-acaba.html[/postlink]

Até que ponto vai a capacidade de amar do ser humano? Quanto tempo dura o amor?
Um poeta da música disse, certa vez, que o amor é eterno enquanto dure.
E todos os desiludidos, os traídos e abandonados têm impressões muito próprias a respeito do amor, onde a tônica principal é de que amor eterno não existe.
Contradizendo tudo isso, alguns fatos, que a mídia televisiva ou impressa nos traz, afirmam que o amor verdadeiro é uma sinfonia inigualável.
Foi com esse sentimento que Chris Medina, um rapaz de vinte e sete anos, se apresentou em um programa de talentos, cantando uma música de sua autoria.
Os versos diziam mais ou menos assim:
Onde quer que você esteja, estou perto. Em qualquer lugar que você vá, eu estarei lá.
Toda vez que sussurrar meu nome, você verá como mantenho cada promessa. Que tipo de cara eu seria se fosse embora, quando você mais precisasse de mim?
O que são palavras se você realmente não acredita nelas quando as diz? Se são apenas para os bons momentos, então elas nada são.
Quando há amor, se diz em voz alta e as palavras não vão embora. Elas vivem mesmo quando partimos.
Eu sei que um anjo foi enviado apenas para mim. Sei que devo estar onde estou. E vou permanecer ao seu lado esta noite.
Nunca partiria quando você mais precisa de mim.
Vou manter meu anjo perto para sempre.
Ele não conseguiu vencer todas as etapas do concurso, sendo eliminado, em determinada fase, mas sua história levou às lágrimas os jurados e o público presente.
Porque a sua composição retrata exatamente o seu drama e sua decisão pessoal. É uma verdadeira declaração de amor.
Ele estava noivo e há dois anos pediu em casamento Juliana Ramos. A jovem bela, entusiasta. Formavam um casal primoroso.
Dois meses antes do casamento, no dia dois de outubro de 2009, o carro de Juliana foi atingido por um caminhão. Ela quase não sobreviveu.
Uma grave fratura no crânio desfigurou seu rosto e a transformou em uma mulher com muitas limitações físicas.
Foi-se a beleza, a agilidade, o sorriso fácil, as caminhadas, a dança, a alegria de todas as horas.
Ele permaneceu ao lado dela. Leva-a consigo para onde vá. E faz shows para arrecadar fundos para o tratamento de que ela necessita.
E isso ele externaliza cantando e agindo.
*   *   *
Quando se ama a beleza e ela se vai, o amor acaba. Quando se amam as formas perfeitas, a plástica, as linhas harmônicas do corpo e tudo isso se vai, o amor também se esvai.
Quando se amam aparências e outra realidade se apresenta, o amor acaba.
Quando se ama a transitoriedade, o amor fenece quando as situações se alteram.
Mas, quando se ama a essência, nada diminui o sentimento.
Esse amor é companheiro, solidário, se esmera para que o outro se sinta bem, seja feliz.
A sua é a preocupação de fazer a felicidade do outro.
Amor assim se perpetua no tempo, independente da soma dos anos, da multiplicação das rugas ou da diminuição da agilidade.
É o amor que sabe envelhecer junto e quanto mais passa o tempo, mais se solidifica.

Redação do Momento Espírita, com base em fato.Em 27.02.2012.

Amor que não acaba


[postlink]http://mocidadememb.blogspot.com/2012/03/reuniao-da-memb-dia-0403.html[/postlink]
Fotos tiradas durante a Reunião Doutrinária da Mocidade Espírita Maria Barini do dia 04/03
Temos também um pequeno Videozinho!


























Reunião da MEMB dia 04/03


[postlink]http://mocidadememb.blogspot.com/2012/03/o-nao.html[/postlink]O não é como uma rocha sobre uma fonte; a nascente está sendo esmagada por ela, e essa nascente é você. Com o não você permanece mutilado e paralisado.

Continue a martelar na rocha do não, e um dia a rocha dará caminho; e, quando ela o fizer, surgirá o sim, o sim autêntico.

Não estou dizendo para fingir o sim ou para dizê-lo quando ele não estiver vindo a você. Se ele não estiver vindo a você, não há com o que se preocupar: continue martelando na rocha.

Não aceite o não, porque você não pode viver em um não. Você não pode comer não-comida, não pode beber não-água. Ninguém pode viver no não – você pode somente sofrer e criar cada vez mais infelicidades. O não é o inferno.

Somente o sim traz o céu para perto, e, quando surge um sim real a partir de seu ser total, nada fica para trás. Nesse sim você se torna uno e toda a sua energia se move para cima e diz: "Sim, sim, sim!"

Esse é o significado da palavra amém. Toda oração deve terminar com amém - que significa sim, sim, sim. Mas ele deveria vir de suas próprias entranhas. Ele não deveria ser um assunto da mente, não deveria estar apenas nos pensamentos. Não estou sugerindo que você o diga; estou dizendo que você abra o caminho para ele vir.

Osho, em "Osho Todos os Dias"
Imagem por Jaypeg21

O ' Não '


[postlink]http://mocidadememb.blogspot.com/2012/03/cine-memb-fevereiro-de-2012-sucesso.html[/postlink]Amigos, é com gratidão e carinho, que declaramos um SUCESSO completo, o Cine-MEMB realizado no dia 26/02/2012 no Centro Espírita Sebastiana Barbosa Ferreira.


 A Equipe MEMB trabalhou muito, decorando o ambiente de cinema, fazendo Suco e Pipoca. Foi tudo Perfeito.

Gratidão a todos que se Empenharam, dentre eles: Adriano, Danilo, Douglas, Fernando, Gabriela, Silvio, Stéfani e Wesllei !


                                                           A moçada na Cozinha




O Hall de Entrada do 'Cinema'


A sala de Cinema




Olha o Suquinho


Ê Pipoca Boa!



Depois do Filme teve um Bate-Papo bem legal...





Esta foi a Turma que Compareceu!!!!!!
Obrigado todos!!!
Foi muito bom recebê-los



Cine-MEMB Fevereiro de 2012: SUCESSO!


[postlink]http://mocidadememb.blogspot.com/2012/02/pureza-de-coracao.html[/postlink]



Este é o lado Artísticos das Reuniões da MEMB!

Eles não tem medo nem Vergonha de Nada




Roteiro Baseado no Evangelho S. o Espiritismo Cap. 8 ítem 8

Pureza de Coração


[postlink]http://mocidadememb.blogspot.com/2012/02/forca-do-bem.html[/postlink]

Os equívocos são bastante comuns nos caminhos humanos.
Mesmo pessoas bem intencionadas por vezes se equivocam.
No ardor de discussões, muitas palavras são ditas sem a necessária reflexão.
O que parece correto em um contexto, mais tarde se afigura terrivelmente errado.
A maturidade fornece novos contornos ao que antes parecia simples.
O problema reside no que fazer após surgir a consciência do equívoco.
Depois que o mal foi feito, a palavra estranha foi dita, o amigo foi ferido.
Nessa situação, o orgulho é mau conselheiro.
Ele faz com que o homem, embora ciente de seu erro, não se disponha a assumi-lo.
Então, ele vive uma situação doentia e artificial.
Em seu íntimo, sabe-se em falta.
Contudo, procura afetar uma tranquilidade externa de todo falsa.
Ou até admite que errou, mas nada procura fazer a respeito.
Por vezes, adota algumas fórmulas para tentar se redimir, mas sem enfrentar realmente o problema.
Confessa-se pecador, penitencia-se, priva-se de alguns pequenos prazeres, pune-se das mais diversas formas.
Entretanto, a Espiritualidade Superior ensina que apenas por meio do bem se repara o mal.
Também alerta que essa reparação, para ser efetiva, precisa atingir o orgulho do homem e os seus interesses.
Tal significa que de pouco adianta orar pedindo perdão pelo erro cometido contra o semelhante, mas não o admitir para o próprio ofendido.
Jesus bem o disse:
Concilia-te depressa com o teu adversário, enquanto estás a caminho com ele.
Também recomendou que, antes de fazer uma oferta no altar, o homem deve se acertar primeiro com o seu irmão.
Quem erra o faz em relação à ordem cósmica, instituída por Deus para a harmônica evolução dos seres.
Contudo, o ofendido, em certa medida, representa a Lei Divina em face do ofensor.
Se é possível o acerto direto, ele deve ser efetuado.
Caso contrário, não faltaria quem decidisse comprar o Reino dos Céus com cestas básicas.
Prejudicaria os desafetos e buscaria se redimir mediante pequenos serviços para desconhecidos.
Só o bem apaga o mal.
Ou seja, é preciso haver progresso no íntimo da criatura, a revelar-se mediante uma conduta renovada.
Não é necessário sofrer longamente, desenvolver neuroses e enfermidades as mais variadas.
Mas é preciso enfrentar as consequências do que se fez.
Domar o próprio orgulho, admitir a falta e reparar o equívoco diretamente com o ofendido.
Caso esse fique irredutível e não queira a reconciliação, nem por isso a reabilitação se inviabiliza.
Nesse caso, ela se processa mediante gestos de genuíno amor em relação a terceiros.
O importante é que o mal se apague pela pujança do bem.
Não só pela reparação exterior, mas pelo progresso revelado na disposição firme de não mais errar.
Pense nisso.

Redação do Momento Espírita, com base no item 1000 de O livro
 dos Espíritos, de Allan Kardec, ed. Feb.
Em 09.02.2012.

Força do bem


[postlink]http://mocidadememb.blogspot.com/2012/02/cine-memb.html[/postlink]
Amigos, estão todos Convidados para o 1° Cine - MEMB de 2012. Não Percam!!



Cine - MEMB


[postlink]http://mocidadememb.blogspot.com/2012/02/frutos-da-gentileza.html[/postlink]
Você já experimentou os frutos da gentileza? No mundo em que vivemos, em que as pessoas parecem armadas umas contra as outras, em que saem às ruas medrosas, nem sempre os gestos de gentileza se fazem presentes, embora estejam se multiplicando.
Conta-se que um empregado de um frigorífico, na Noruega, certo dia, ao término do trabalho, foi inspecionar a câmara frigorífica. Inexplicavelmente, a porta se fechou e ele ficou preso dentro dela.
Bastaram alguns segundos para sentir a temperatura com seu peso absoluto. Situação indescritível. Congelamento rápido. Chocante. A temperatura em torno de dez graus abaixo de zero foi mais do que sentida em graus. Ela tinha um peso físico e comprimia fisicamente.
O funcionário bateu na porta com força, gritou por socorro mas ninguém o ouviu. Todos já haviam saído para suas casas. Impossível que alguém o pudesse escutar.
O tempo foi passando. Debilitado com o frio insuportável, ele já se preparava para morrer.Que morte tola! - Pensava ele. Prisioneiro em uma câmara frigorífica.
Imagens da família, dos amigos passaram-lhe pela memória. O que podia ter feito e não fez. O que não deveria ter feito e agora se arrependia.
Depois de gritar, de recordar, ele se rendeu. Nada mais a esperar senão a morte. Terrível, por congelamento. O frio parecia lhe quebrar os ossos, congelar o sangue nas veias. Dolorido. Penoso.
Então, de repente, a porta se abriu. O vigia da empresa entrou na câmara e o resgatou, ainda com vida.
Depois de salvar a vida do homem, houve quem tivesse a curiosidade de saber por que ele fora abrir a porta da câmara frigorífica, desde que isso não fazia parte da sua rotina de trabalho.
Ele explicou, de forma simples: Trabalho nesta empresa há trinta e cinco anos. Centenas de empregados entram e saem daqui todos os dias. Ele é o único que me cumprimenta ao chegar pela manhã.
E se despede de mim ao sair. Hoje pela manhã, ele disse quando chegou: "Bom dia". Entretanto, não se despediu de mim, na hora da saída.
Aguardei um tempo pois pensei que ele tivesse se detido em fazer algum trabalho extra. Contudo, como os minutos fossem se somando, de forma rápida, deduzi que algo estava errado.
Fui procurar por ele. A câmara frigorífica foi um local que me acudiu à mente pudesse ele estar. Foi assim que o encontrei.
*  *   *
Como se vê, a gentileza deixa marcas especiais nas criaturas.
Um gesto repetido todo dia, simples e que, ao demais, deveria ser nossa marca registrada de boas maneiras, salvou a vida de um homem.
Aquele homem era diferente de todos os demais. Ele fazia a diferença na vida do vigia que ficava ali, horas e horas, em seu posto de guarda.
Isso nos diz que o bem sempre faz bem a quem o pratica. Pode ter um retorno rápido, como no fato narrado. Pode ser algo que somente o tempo demonstrará.
O importante a se registrar é que a pessoa gentil cria ao seu redor um halo de tal simpatia, que contagia os demais.
Não esqueçamos disso e promovamos a gentileza em nossa vida.
Existem pequenos, simples gestos que dizem muito da nossa formação moral e interferem, positivamente, em muitas vidas.
Por isso, cumprimentemos as pessoas e incorporemos ao nosso vocabulário frases importantes, como: Desculpe-me. Olá, como vai? Obrigado. Por favor.
Palavras simples. Palavras mágicas para criar ambiente de harmonia, nos locais mais diversos.
Experimentemos!
 Redação do Momento Espírita, com base em notícia internacional.Em 07.02.2012

Frutos da gentileza

 

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