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Este é o lado Artísticos das Reuniões da MEMB!

Eles não tem medo nem Vergonha de Nada




Roteiro Baseado no Evangelho S. o Espiritismo Cap. 8 ítem 8

Pureza de Coração


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Os equívocos são bastante comuns nos caminhos humanos.
Mesmo pessoas bem intencionadas por vezes se equivocam.
No ardor de discussões, muitas palavras são ditas sem a necessária reflexão.
O que parece correto em um contexto, mais tarde se afigura terrivelmente errado.
A maturidade fornece novos contornos ao que antes parecia simples.
O problema reside no que fazer após surgir a consciência do equívoco.
Depois que o mal foi feito, a palavra estranha foi dita, o amigo foi ferido.
Nessa situação, o orgulho é mau conselheiro.
Ele faz com que o homem, embora ciente de seu erro, não se disponha a assumi-lo.
Então, ele vive uma situação doentia e artificial.
Em seu íntimo, sabe-se em falta.
Contudo, procura afetar uma tranquilidade externa de todo falsa.
Ou até admite que errou, mas nada procura fazer a respeito.
Por vezes, adota algumas fórmulas para tentar se redimir, mas sem enfrentar realmente o problema.
Confessa-se pecador, penitencia-se, priva-se de alguns pequenos prazeres, pune-se das mais diversas formas.
Entretanto, a Espiritualidade Superior ensina que apenas por meio do bem se repara o mal.
Também alerta que essa reparação, para ser efetiva, precisa atingir o orgulho do homem e os seus interesses.
Tal significa que de pouco adianta orar pedindo perdão pelo erro cometido contra o semelhante, mas não o admitir para o próprio ofendido.
Jesus bem o disse:
Concilia-te depressa com o teu adversário, enquanto estás a caminho com ele.
Também recomendou que, antes de fazer uma oferta no altar, o homem deve se acertar primeiro com o seu irmão.
Quem erra o faz em relação à ordem cósmica, instituída por Deus para a harmônica evolução dos seres.
Contudo, o ofendido, em certa medida, representa a Lei Divina em face do ofensor.
Se é possível o acerto direto, ele deve ser efetuado.
Caso contrário, não faltaria quem decidisse comprar o Reino dos Céus com cestas básicas.
Prejudicaria os desafetos e buscaria se redimir mediante pequenos serviços para desconhecidos.
Só o bem apaga o mal.
Ou seja, é preciso haver progresso no íntimo da criatura, a revelar-se mediante uma conduta renovada.
Não é necessário sofrer longamente, desenvolver neuroses e enfermidades as mais variadas.
Mas é preciso enfrentar as consequências do que se fez.
Domar o próprio orgulho, admitir a falta e reparar o equívoco diretamente com o ofendido.
Caso esse fique irredutível e não queira a reconciliação, nem por isso a reabilitação se inviabiliza.
Nesse caso, ela se processa mediante gestos de genuíno amor em relação a terceiros.
O importante é que o mal se apague pela pujança do bem.
Não só pela reparação exterior, mas pelo progresso revelado na disposição firme de não mais errar.
Pense nisso.

Redação do Momento Espírita, com base no item 1000 de O livro
 dos Espíritos, de Allan Kardec, ed. Feb.
Em 09.02.2012.

Força do bem


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Amigos, estão todos Convidados para o 1° Cine - MEMB de 2012. Não Percam!!



Cine - MEMB


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Você já experimentou os frutos da gentileza? No mundo em que vivemos, em que as pessoas parecem armadas umas contra as outras, em que saem às ruas medrosas, nem sempre os gestos de gentileza se fazem presentes, embora estejam se multiplicando.
Conta-se que um empregado de um frigorífico, na Noruega, certo dia, ao término do trabalho, foi inspecionar a câmara frigorífica. Inexplicavelmente, a porta se fechou e ele ficou preso dentro dela.
Bastaram alguns segundos para sentir a temperatura com seu peso absoluto. Situação indescritível. Congelamento rápido. Chocante. A temperatura em torno de dez graus abaixo de zero foi mais do que sentida em graus. Ela tinha um peso físico e comprimia fisicamente.
O funcionário bateu na porta com força, gritou por socorro mas ninguém o ouviu. Todos já haviam saído para suas casas. Impossível que alguém o pudesse escutar.
O tempo foi passando. Debilitado com o frio insuportável, ele já se preparava para morrer.Que morte tola! - Pensava ele. Prisioneiro em uma câmara frigorífica.
Imagens da família, dos amigos passaram-lhe pela memória. O que podia ter feito e não fez. O que não deveria ter feito e agora se arrependia.
Depois de gritar, de recordar, ele se rendeu. Nada mais a esperar senão a morte. Terrível, por congelamento. O frio parecia lhe quebrar os ossos, congelar o sangue nas veias. Dolorido. Penoso.
Então, de repente, a porta se abriu. O vigia da empresa entrou na câmara e o resgatou, ainda com vida.
Depois de salvar a vida do homem, houve quem tivesse a curiosidade de saber por que ele fora abrir a porta da câmara frigorífica, desde que isso não fazia parte da sua rotina de trabalho.
Ele explicou, de forma simples: Trabalho nesta empresa há trinta e cinco anos. Centenas de empregados entram e saem daqui todos os dias. Ele é o único que me cumprimenta ao chegar pela manhã.
E se despede de mim ao sair. Hoje pela manhã, ele disse quando chegou: "Bom dia". Entretanto, não se despediu de mim, na hora da saída.
Aguardei um tempo pois pensei que ele tivesse se detido em fazer algum trabalho extra. Contudo, como os minutos fossem se somando, de forma rápida, deduzi que algo estava errado.
Fui procurar por ele. A câmara frigorífica foi um local que me acudiu à mente pudesse ele estar. Foi assim que o encontrei.
*  *   *
Como se vê, a gentileza deixa marcas especiais nas criaturas.
Um gesto repetido todo dia, simples e que, ao demais, deveria ser nossa marca registrada de boas maneiras, salvou a vida de um homem.
Aquele homem era diferente de todos os demais. Ele fazia a diferença na vida do vigia que ficava ali, horas e horas, em seu posto de guarda.
Isso nos diz que o bem sempre faz bem a quem o pratica. Pode ter um retorno rápido, como no fato narrado. Pode ser algo que somente o tempo demonstrará.
O importante a se registrar é que a pessoa gentil cria ao seu redor um halo de tal simpatia, que contagia os demais.
Não esqueçamos disso e promovamos a gentileza em nossa vida.
Existem pequenos, simples gestos que dizem muito da nossa formação moral e interferem, positivamente, em muitas vidas.
Por isso, cumprimentemos as pessoas e incorporemos ao nosso vocabulário frases importantes, como: Desculpe-me. Olá, como vai? Obrigado. Por favor.
Palavras simples. Palavras mágicas para criar ambiente de harmonia, nos locais mais diversos.
Experimentemos!
 Redação do Momento Espírita, com base em notícia internacional.Em 07.02.2012

Frutos da gentileza


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Esta Galera não pára!!! :)


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Não há quem percorra os caminhos da vida isento das dificuldades e situações desafiadoras.
As vidas tranquilas, os cotidianos previsíveis também têm seus dias de dores, de problemas e de aflições.
Alguns surgem de repente, qual tsunami arrastando e arrasando tudo que aparentemente parecia tão em ordem.
Outros se fazem tempestade de longo prazo, que se inicia lenta, ganhando força com o tempo e arrancando o que haja pela frente.
Não poucos, no mundo, enfrentam os mais graves desafios.
Ora o companheiro, que parecia tão feliz ao nosso lado, decide romper laços construídos no tempo e se evadir do lar, buscando aventuras.
Outros há que, em exame de saúde rotineiro, descobrem a doença invasiva, que já se instalou avassaladora.
Tantos são aqueles que, sob os camartelos do clima, veem o lar, os amores, seus pertences serem levados de roldão em poucas horas, sobrando o vazio.
São as aflições do mundo, as dores da vida a nos acompanhar os dias de aprendizado.
Todas, independentemente da forma que se apresentem, são as lições necessárias para nosso aprendizado.
Dores são oportunidades da alma para a reflexão, o entendimento melhor dos porquês da vida.
Mas onde as dores nos encontrem, não nos permitamos abraçar o desespero e o desânimo.
Deus será sempre o provedor maior nas dificuldades e o amparo constante ao nosso coração combalido.
Se atravessamos dias difíceis, muitas vezes sob um silêncio dolorido e ignorado, amparemo-nos em Deus.
Se sentirmos a solidão dolorida e imensa na alma, mesmo na multidão bulhenta que nos acompanha o caminhar, refugiemo-nos em Deus.
Se aflições nos tomam a alma, a rasgar-nos as fibras do sentimento, dilacerando-nos a intimidade, assosseguemo-nos em Deus.
Se a consciência gritar, acusando-nos de erros perdidos no silêncio do tempo, mas que nos atormentam o caminhar, aconselhemo-nos com Deus.
Ele será sempre o amparo perante as dores do mundo e o sustento nas necessidades mais íntimas.
Ao buscarmos Deus, seja qual for o nosso problema, ao tranquilizarmo-nos em Deus, hauriremos o de que necessitamos para enfrentar os desafios.
E, por fim, recordemos, como nos ensinou Jesus, que mesmo um homem mau jamais daria uma serpente ao filho se esse lhe pedisse um pedaço de pão. Que dirá o Pai, que está nos céus, a cuidar de cada um de nós, Seus filhos amados!
*   *   *
Ante os dissabores, mantenhamos nossa confiança em Deus que nos mantém a vida e nos guarda em Seu amor.
Mesmo que as dores possam nos parecer além das forças, tenhamos a certeza de que o Pai amoroso e bom está atento. O que nos pareça excesso de sofrimento, logo mais, como tempestade de verão, se acalmará, permitindo-nos ver o céu claro das bênçãos celestes.
Redação do Momento Espírita.Em 01.02.2012.

Tranquilizar-se em Deus

 

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